terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Cabeças que rolam.

Quando um trabalho não vai bem ou não surte o efeito desejado por todos alguém tem que pagar por isso. Neste caso não foi do lado mais fraco que a corda arrebentou. O lado mais forte era composto por uma pessoa que queria o inverso da empresa. Neste caso, crescer.

Não foi necessário um "golpe" para derrubá-lo. Não se precisou de tanto. Apenas opniões diferentes e pronto. Foi-se. Porém, quando todos pensavam que o problema já tinha sido resolvido, o lado mais fraco (que antes estava firme e seguro) começou a se partir.

Quem imaginaria que após uma tempestade catastrófica uma garoa voltaria a trazer problemas?! O lado mais fraco não teve muito o que fazer. Saiu, foi embora. Lógico que sem entender bem o que aconteceu, mas foi. Agora nos resta saber se quem está controlando esta corda está de olho em mais algum pedaço para cortar ou apenas fazê-lo se arrebentar.

Posso me sentir com a corda no pescoço, mas dizendo isso, posso também dizer que torço para que ela arrebente na hora em que tentarem me suspender. Se a minha cabeça rolar, vai ser mais um sinal de que a cada dia que passa a corda fica mais fraca ou mais firme, assim do jeito que preferir quem a controla.

Nenhum comentário: