quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O que era para ser apenas um comentário

A vida é muito singular. A imensa maioria das pessoas não percebem, mas somos singulares em diversas ocasiões.

Não se espante com a pluralidade de assuntos escritos aqui. A intenção é essa mesmo. Mostrar que na vida de cada um a singularidade ainda é bastante presente. Nos mais variados lugares. Nas mais variadas histórias!

Cada um é singular ao que desperta o interesse. Pensamentos egocêntricos dominam a humanidade e o mais difícil é ter que se conformar com isso.

Felizmente ainda existem pessoas querendo ajudar. Porém, hoje, a solidariedade é secundária e infelizmente o primário é ser singular.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A série "B"oa

É, a caravela naufragou. E logo a de quem?! Vasco da Gama! Grande navegador português. Mais sorte teve Cabral que não fora homenageado por nenhum clube. Mas o assunto não é esse contexto histórico e sim a ausência de um grande clube carioca no Brasileirão de 2009. Essa não é a primeira vez que isso acontece. Pelo que me recordo o tricolor do Rio já passou por momentos muito mais vergonhosos que estes até então vividos pelo clube cruzmaltino.

O triênio iniciado em 1996 foi o mais catastrófico da história do clube laranja. O time das laranjeiras precisou ser rebaixado duas consecutivas, 96 e 97, para se conformar que realmente estava em um nível abaixo dos oponentes da primeira divisão. Em 1997 o tricolor carioca conheceu o inferno. A tão indesejada vaga na terceira divisão do futebol brasileiro estava assegurada. Acredito que o alto índice de morte por problemas cardíacos na época se deu por conta disto. Clássicos atrás de clássicos. Jogos espetaculares sob um sol de meio-dia. Sem contar o excelente nível técnico demonstrado pelos atletas no decorrer das partidas. Enfim, o Fluminense conseguiu tirar o primeiro pé da lama e por direito disputar a segunda divisão do futebol brasileiro. Mas, como eu sempre disse, o mascote tricolor, mais conhecido como cartola, não é um cartola e sim um Visconde. O Visconde de Sabugosa. Todos sabem das ligações deste tal Visconde com a senhorita Emília, residente de um certo sítio. Dizem, que este Visconde pegou emprestado um pouco de “pozinho de pir-lim-pim-pim” e com esse poder todo em suas mãos o Visconde conseguiu fazer algo que ninguém, até hoje, consegue explicar. Lançado o suposto pó, o Fluminense Football Club , utilizou de tal magia para aparecer entre os clubes que, teoricamente, disputariam a tão cobiçada primeira divisão. A prática surpreendeu a teoria e a todos os torcedores brasileiros. O time liderado por Roger participou da primeira divisão do Brasileirão de 2001 e graças ao Visconde e ao pó, que até hoje é lançado antes do início de cada partida para simbolizar o gesto feito pelo Visconde. Vale lembrar que neste ano de 2008 gastou-se muito pó e de nada adiantou.

O ano de 2002 marcou a queda de mais um clube carioca, o Botafogo, sim , o meu Botafogo. O clube de General Severiano conseguiu a proeza de ficar atrás de clubes como Paysandu e Guarani de Campinas. Muitas lágrimas voltaram a cair nos rostos dos botafoguenses e desta vez não era de felicidade. O Botafogo competiu em um campeonato paralelo com o Palmeiras. No final, a festa foi inevitável. O Glorioso conseguiu retornar de forma heróica a elite do futebol nacional. Choramos novamente, pois somos seres emotivos, seres humanos. A estrela solitária voltava a brilhar. Sem muito show dentro de campo, mas nas arquibancadas a cachorrada enfurecida ecoava novamente com os cantos exaltando o preto e o branco.

Este seria o espaço ideal para falar de mais um clube carioca. Não falarei o nome dele. Atrai coisas ruins. Deve ser tanta oferenda, tanta reza, tanto trabalho que nem o próprio diabo os agüenta mais. Azar o dele que emprestou as suas cores favoritas para este clube dos infernos.

Confesso que esperava muito mais do Vasco esse ano e posso dizer que também esperava muito mais daquele louco que queria cair junto com o seu time. Podem confessar. Vocês vascaínos estavam doidos para que acontecesse o contrário. O futebol é assim. É uma coletividade singular. O louco pode cair, quem não pode cair é Vasco!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Dúvida cruel.

Caros Alvinegros!!!
Esse lance de ter que torcer contra o nosso Botafogo está me deixando maluco. É impossível conseguir algo deste tipo. Porém, quando se envolve a mulambada, o assunto é completamente diferente. Fechar o ano com uma vitória contra o Palmeiras e diante a sua torcida seria maravilhoso, mas fechar o ano ouvindo a mulambada enchendo a boca e dizendo: - tamu na Libertadoris! - é algo blasfêmico. Pensando um pouco eu cheguei a uma conclusão que pode acabar com isso. É só todos nós, alvinegros, não assistirmos o jogo. Logo, nós torceremos para o Palmeiras. Assim, quando conferirmos os "Gols do Fantástico", nós teremos uma "surpresa" enorme: - NOSSA, EU TAVA TORCENDO TANTO PARA O PALMEIRAS E ELES ESTAVAM JOGANDO CONTRA O FOGÃO, QUE DROGA!!!! Viram?! É tão simples! Pensamento positivo para o Palmeiras ganhar no domingo! Aliás, contra quem o Palmeiras joga no domingo mesmo?! Saudações Alvinegras!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O "descançar".

Um lugar para descansar. É o que todos nós procuramos. Mas esse lugar não é necessariamente um lugar tranquilo e sem ninguém. Muitas vezes a gente consegue descansar ouvindo uma história num bar, vendo um filme num cinema ou até mesmo, por tão contraditório que seja, saindo para uma noitada. A questão é sempre a companhia que te segue. Boas pessoas ao teu lado sempre te aliviam. De uma forma ou de outra. A música é uma excelente aliviadora de cansaços. Gritos, sentimentos e viagens são despejados quando rola algum som. O importante é abstrair o mundo inteiro e só relevar aquele momento. Muita gente prefere abstrair o mundo de outras formas, usando outros métodos. Nada contra, cada um escolhe a maneira de aliviar o seu respectivo cansaço. Mas, particularmente, prefiro descansar com a minha cerveja, uma boa música e meus bons amigos.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Cabeças que rolam.

Quando um trabalho não vai bem ou não surte o efeito desejado por todos alguém tem que pagar por isso. Neste caso não foi do lado mais fraco que a corda arrebentou. O lado mais forte era composto por uma pessoa que queria o inverso da empresa. Neste caso, crescer.

Não foi necessário um "golpe" para derrubá-lo. Não se precisou de tanto. Apenas opniões diferentes e pronto. Foi-se. Porém, quando todos pensavam que o problema já tinha sido resolvido, o lado mais fraco (que antes estava firme e seguro) começou a se partir.

Quem imaginaria que após uma tempestade catastrófica uma garoa voltaria a trazer problemas?! O lado mais fraco não teve muito o que fazer. Saiu, foi embora. Lógico que sem entender bem o que aconteceu, mas foi. Agora nos resta saber se quem está controlando esta corda está de olho em mais algum pedaço para cortar ou apenas fazê-lo se arrebentar.

Posso me sentir com a corda no pescoço, mas dizendo isso, posso também dizer que torço para que ela arrebente na hora em que tentarem me suspender. Se a minha cabeça rolar, vai ser mais um sinal de que a cada dia que passa a corda fica mais fraca ou mais firme, assim do jeito que preferir quem a controla.